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Entrada PESM Cunha Canhoeira do parque Fungos pelo caminho Fungos pelo caminho
Entrada PESM Cunha Canhoeira do parque Fungos pelo caminho Fungos pelo caminho
Moldura natural Festas típicas Festas típicas Igreja matriz
Moldura natural Festas típicas Festas típicas Igreja matriz
João de barro Pedra da Macella Algumas estradas Pedra da Macella
João de barro Pedra da Macela Algumas estradas Pedra da Macela
Portal de Cunha Gruta Canhambora Vista de Cunha Fim de tarde
Portal de Cunha Gruta Canhambora Vista de Cunha Fim de tarde
Cunha a noite Cunha - Paraty Forno das cerâmicas Cerâmicas da cidade
Cunha a noite Cunha - Paraty Forno das cerâmicas Cerâmicas da cidade
Campos Novos de Cunha Cachoeira do Pimenta Cachoeira do Desterro Fazenda Santana
Campos Novos de Cunha Cachoeira do Pimenta Cachoeira do Desterro Fazenda Santana
Papa capim Campos Novos de Cunha Cachoeira do Mato Dentro Cachoeira do Paraitinga
Papa capim Campos Novos de Cunha Cachoeira do Mato Dentro Cachoeira do Paraitinga

 

Esta viagem foi realizada no carnaval de 2006 e fui com minha esposa e nossos amigos Flávio, Ingrid e seu filho André (2,5 anos). Sem dúvida alguma, um dos maiores atrativos de Cunha além da posição geográfica, cercada pela serra da Bocaina, é a cerâmica. Existem dezenas de ateliês que criam desde peças rústicas até verdadeiras obras de arte em cerâmica. 

Depois de um grande marabalismo para fugir do trânsito da marginal tietê na sexta-feira a noite chegamos em Cunha por volta das 23h. Em pouco tempo já deu para desestressar e entrar no clima da pacata cidade que fica na estrada que liga Guaratinguetá a Paraty.

 

Dia 1

 

O dia amanheceu bom e sol nos brindava para um belo feriadão de 5 dias para curtir todos os encantos da cidade e arredores. Após o café da manhã fomos conhecer o Parque Estadual da Serra do Mar núcleo Cunha – Indaiá. O parque fica na estrada Cunha-Paraty cerca de 21 km por uma estrada transitável com qualquer veículo. Lá podem ser feitas várias trilhas de curta à longa duração. As de longa duração devem ser agendadas com antecedência. Como estávamos com o Andrézinho optamos pela trilha curta que margea o rio.

Voltamos para almoçar na cidade e optamos para conhecer a estalagam Shambala, que fica na própria rodovia Cunha-Paraty. Valeu a pena, delicioso o almoço. No fim da tarde fomos conhecer o centro, o mercado, a igreja matriz e tivemos a sorte de encontrar um grupo de dança folclórica.

A noite o jantar foi na própria pousada onde aproveitamos para conhecer os demais hóspedes e fazer novas amizades.

 

Dia 2

 

Como o dia amanheceu totalmente aberto decidimos ir conhecer a pedra da Macela. O acesso para a pedra fica na mesma rodovia Cunha-Paraty e são 4 Km depois que seja a rodovia. Os carros ficam estacionados na parte de baixo e o acesso é feito a pé por uma estrada asfaltada que leva até o pico. É uma caminhada de cerca de 50-60 min bem íngrime e pode cansar um poucos os sedentários. O acesso é proíbido para carros, pois lá em cima estão antenas de transmissão e não há espaço para estacionar lá. E obviamente é um lugar para se caminhar e apreciar o visual. Infelizmente, como na maior parte das vezes, não se consegue ver nada devido ao nevoeiro. Mas dizem os mais sortudos que a vista da praia lá de cima é incrível. J

Ainda antes do almoço fomos para São Luiz do Paraitinga por estradas de terra, passando por fazendas e vales muito bonitos. O que não contávamos é que a cidade estava praticamente interditada por conta de seu famoso carnaval. Resultado mudamos o destino do almoço para Lagoinha, que devido ao horário acabou sendo chá das 5h. J

Na volta para cunha paramos na entrada da cidade e fiz muitas fotos noturnas da rodovia e da própria cidade.

 

Dia 3

 

Escolhemos a segunda-feira para descer até Paraty. A rodovia é toda asfaltada exceto na parte que cruza o parque que é de terra com pedras em em alguns trechos bem precária. Como estávamos de 4x4 não tivemos nenhum problema, porém com carro passeio dá para descer desde que com bastante cuidado. Já para subir é um pouco mais complicado e se chover, esqueça. É melhor não arriscar.

Como Paraty e Trindade estavam impraticáveis com muito congestionamento, decidimos voltar ainda pela manhã e fomos almoçar novamente no Shambala. A tarde fomos conhecer uma das cerâmicas: Anand Ateliê, também na rodovia Cunha-Paraty.

 

Dia 4

 

Passamos boa parte da manhã na pousada e como nossos amigos tiveram que voltar mais cedo fomos conhecer as cachoeiras do Pimenta e Desterro. Voltamos para almoçar na pousada e no fim da tarde fomos refazer parte da trilha até Lagoinha por outro caminho, sendo 100% por terra e passando na histórica fazenda Santana.

A noite fomos jantar no Quebra Cangalha, um delicioso restaurante na cidade.

 

Dia 5

 

Bem, como todo último dia deve ser curtido em sua plenitude, esse não foi diverente. Como minha esposa preferiu ficar curtindo a piscima peguei o jipe e fui conhecer o distrito de Campos de Cunha. Lá acabei descobrindo várias opções de passeios que merecem um retorno. Uma delas é a trilha do ouro que sai dali e desce até Mambucaba no litoral num passeio de 2-3 dias.

Bem, para aproveitar o pouco tempo que tinha fui conhecer as cachoeiras do Mato Dentro, Paraitinga e a gruta do Canhambora. Voltei para almoçar na pousada e e no meio da tarde retornamos para São Paulo com mais uma sensação de dever cumprido por mais um feriadão bem aproveitado.

 

Maiores informações: www.cunhatur.com.br


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