| Cursos-Trekking-Safaris |
| Dicas de fotografia |
| Excursionismo consciente |
| Fotografia c/ mínimo impacto |
| Publicações |
| Um pouco sobre o autor |
| Chapada Diamantina I - BA |
| Chapada Diamantina II-BA |
| Fernando de Noronha - PE |
| Grande Aventura PI-MA-CE |
| Itacaré - BA |
| Lençóis Maranhenses - MA |
| Natal - RN |
| Aparados da Serra - RS |
| Aparados da Serra II-RS |
| Florianópolis - SC |
| Foz do Iguaçu - PR |
| Foz do Iguaçu II-PR |
| S.José dos Ausentes - RS |
| Urubici - SC |
| Vale do Itajaí - SC |
| África - Monte Kilimanjaro |
| Argentina |
| Bolívia |
| Bonaire |
| Canadá |
| Chile - Atacama |
| Chile - Patagônia |
| Chile - Região dos Lagos |
| Estados Unidos |
| Uruguai |
| Action Day - Cantareira |
| Action Day - Caucaia do Alto |
| Curso 4x4 DPaschoal |
| Encontro Land Rover 2000 - Floripa-SC |
| Encontro Land Rover 2002 - A.de Lindóia |
| Off-road |
| Trilha Mairiporã Monte Verde |
|

|
|
|
![]() |
|
|
| Avenca na boca da Morro Preto | Rapel no Abismo da Dívida Externa | A boca da Casa de Pedra | Nosso grupo na Água Suja | Apenas uma referência! |
|
PETAR -
Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira
Texto
extraído do Catálogo do Parque
O PETAR é um dos parques mais antigos do Estado de São Paulo, criado através do decreto nro. 32.283 de 19/05/1958, com área de 35.712ha, visando resguardar e proteger o rico patrimônio natural da região do Alto Ribeira, representado pela importante biodiversidade dos remanescentes de Mata Atlântica, pelos sítios paleontológicos, arqueológicos e históricos, e por abrigar uma das províncias espeleológicas mais importantes do Brasil (>250 cavernas cadastradas). Um mundo subterrâneo A existência de matas bem conservadas, aliada à característica do relevo escarpado e cárstico, que faz frente aos ventos do Atlântico Sul, resulta em grandes quantidades de chuva, cuja água é armazenada e escoada por densa drenagem superficial e subterrânea. A região funciona como um enorme reservatório de água para o futuro. Deslumbrantes cachoeiras, formadas por rios cristalinos, lançam-se rumo às planícies, através de altitudes que variam de 200 a mais de 1.000 metros. Correndo rápido pela acentuada declividade desta porção da Serra de Paranapiacaba, as águas pluviais, saturadas de ácido carbônico proveniente de solos altamente úmidos dos seus arredores, penetram nas fissuras rochosas e desgastam continuamente o calcário, abrindo dutos e galerias, originando um dos espetáculos mais incríveis da natureza: as cavidades naturais ou cavernas calcárias. Seus impressionantes e magníficos espeleotemas (estalactites, estalagmites, cortinas, flores, colunas, etc.) atestam esta contínua e lenta evolução. Todo um mundo à parte, condicionado pela ausência de luz, encerra-se nestas cavernas, com espécies adaptadas a viverem apenas nestes ambientes, os troglóbios como o bagre-cego (Pimelodella kronei) ou o grilo cavernícola, entre outros, ou dependentes dela, troglófilos como algumas espécies de morcegos. O alimento para pequenos insetos, aracnídeos, crustáceos, peixes, entre outros, é trazido tanto pelo rio que corta a caverna, como pelas fezes de morcegos. Esta característica aumenta ainda mais a complexidade da biodiversidade local.
Minerações ilegais, extração de palmito, caça e pesca, contaminação de rios, desmatamentos, são algumas formas de agressão que ameaçam o PETAR. Além dos trabalhos de fiscalização, os esforços de preservação têm envolvido às comunidades tradicionais que vivem na Unidade e na região de entorno do Parque, criando alternativas econômicas como o ecoturismo, com formação de monitores locais. Sob a responsabilidade do Instituto Florestal, órgão da Secretaria do Meio Ambiente, a implantação do PETAR é realizada por equipe técno-administrativa e de guardas-parque (vigias e guias), contando com a participação do Instituto Geológico, Fundação Florestal, Prefeituras Municipais de Iporanga e Apiaí, Polícia Florestal e de Mananciais, Organizações Não Governamentais (espeleológicas e ecológicas), pesquisadores científicos e um grupo voluntariado de apoio, além de outras instituições.
O PETAR possui quatro núcleos de visitação pública e apoio às atividades de fiscalização e pesquisa. O NÚCLEO SANTANA localiza-se no vale do rio Betari, uma das paisagens mais notáveis da região. Oferece diferentes roteiros de visitação tais como a caverna de Santana, a trilha do Betari (Caverna Água Suja, Torre de Pedra e cachoeiras do Betarizinho e Andorinhas) e a trilha do Morro Preto-Couto (Gruta do Morro Preto, cachoeira do Couro e Caverna do Couto). O Núcleo dispõe de área de acampamento, com sanitários, lavanderia e ambulatório. O NÚCLEO CABOCLOS localiza-se na região central do Parque. Com relevo de planalto e altitude mais elevada, constitui-se no ponto de partida para visitas em cavernas (Chapéu, Aranhas, Água Sumida, Arataca, Pescaria e outras), cachoeiras (Sete Reis e Maximiniano) e outros atrativos. Apresenta infra-estrutura com área de acampamento, sanitários e lavanderia. O NÚCLEO OURO GROSSO, situado próximo ao bairro da Serra (Vale do Betari), conta com um centro de Educação Ambiental para o desenvolvimento de atividades junto à comunidade local e a rede escolar, além do atendimento aos grupos que executam trabalhos de interpretação ambiental, possuindo um pequeno museu com utensílios tradicionais da região. O NÚCLEO CASA DE PEDRA, através de uma bela trilha, dá acesso para uma das cavernas com um dos maiores pórticos de entrada do mundo (215 metros de altura) - a Casa de Pedra. O Núcleo conta com uma base de fiscalização e controle turístico, localizada no vale do rio Iporanga.
NORMAS GERAIS
DICAS E RECOMENDAÇÕES
O PETAR situa-se na região do Alto Ribeira, Bacia Hidrográfica do Vale do Ribeira, sudoeste do Estado de São Paulo, há cerca de 320 km da capital, nos municípios de Iporanga (75%) e Apiaí (25%), podendo ser acessado pelas rodovias Castelo Branco ou Régis Bittencourt.
Sede geral do Parque é na cidade de Apiaí, na Av. Izidoro Alpheo Santiago, 364 - CEP 18320-000. Informações e Reservas podem ser obtidas pelo Tel./Fax (15)552-1875 O PETAR é um poucos roteiros de minhas viagens por esse mundo afora onde retornei várias vezes, pois normalmente vou apenas uma vez para cada destino. O primeiro motivo para isso é sua incrível beleza e o segundo é impossibilidade de conhecê-lo em uma única visita, pois são dezenas de cavernas, cachoeiras e trilhas. Cada caverna tem uma atração especial que a diferencia das demais. A minha paixão pelo PETAR começou em 1994 quando através do curso de fotografia do Bruno Sellmer fiz minha primeira e extasiante visita ao Núcleo Caboclos. Depois dessa gratificante experiência ainda retornei algumas vezes para conhecer outros núcleos como o Santana, Casa de Pedra e Ouro Grosso. Certamente ainda voltarei, pois existem ainda muitas cavernas a serem visitadas proporcionando muitas fotos interessantes. Aliás, fotografia em cavernas, é um tema que se discutido com detalhes ocuparia uma boa porção dessa página, pois requer um técnica toda especial. Se você se interessar pelo assunto visite o site da Techimage e aprenda todas essas técnicas.
Se você for para Caboclos terá como opção
apenas o camping do parque, que como já explicado acima é bem estruturado para receber
turistas. Para Santana e Ouro Grosso a melhor opção são
as pousadas do Bairro da Serra. A minha indicação é pousada
Quiririm, simples mas com todo o conforto
necessário e só a simpatia dos proprietários, Marisete e Roberto, já vale a estadia,
sem falar na comida deliciosa e no bem preparado lanche de trilha. Para o núcleo Casa de Pedra você pode ficar em
Iporanga, que é mais próximo, ou no próprio Bairro da Serra.
Mapa do Petar (70Kb) Página do Petar -
http://www.geocities.com/Yosemite/Trails/7630 |
